abertura dia 4 de dezembro - das 18 às 21h
dias 5 e 6 de dezembro (sábado e domingo) - das 13h às 21h
Centro de Criatividade de Curitiba - Parque São Lourenço
rua Mateus Leme esquina com rua Nilo Brandão
aquarela cerâmica desenho
design fotografias
madeira metal jogos
jóias mosaico alimentos
papel pintura batik
Tema: FLORA E FAUNA DO PARQUE SÃO LOURENÇO
REGULAMENTO
Regulamento para o Concurso de Fotografias realizado pelo Atelier Aberto,
ano de 2009, tendo como tema: FLORA E FAUNA NO PARQUE SÃO LOURENÇO.
OBJETIVO: o 2º Concurso de Fotografias Atelier Aberto visa divulgar e premiar as melhores fotos da Flora e da Fauna no Parque São Lourenço da cidade de Curitiba.
LOCALIZAÇÃO: Localizado na Rua Mateus Leme, esquina com a Rua Nilo Brandão, no Bairro do São Lourenço, o Parque foi inaugurado em 1972, tendo 204 mil m² de área. Sua criação ocorreu após uma enchente do rio Belém, em 1970, que provocou o rompimento da represa do São Lourenço, paralisando um curtume e a fábrica de cola que funcionavam no local. O Parque surgiu com as abras de contenção de cheias e de recuperação da área. Em seu interior temos o Centro de Criatividade de Curitiba, o Atelier de Escultura, a Casa Erbo Stenzel, o Teatro Cleon Jacques, ciclovia ao redor do lago, Parque Infantil, além da imensa área verde.
PARTICIPANTES: Poderão participar do Concurso, todas as pessoas residentes na cidade de Curitiba, exceto os participantes e organizadores do Atelier Aberto.
INSCRIÇÕES
E ENVIO DAS FOTOGRAFIAS:
As inscrições deverão conter os seguintes dados: Nome
completo, endereço completo (Rua, Cidade, Estado e CEP), RG, CPF, fones
para contato e e-mail. Não serão aceitas inscrições
com dados incompletos.
Os trabalhos deverão ser enviados, para o e-mail: sac@atelieraberto.com.br , com até 3 fotos digitais sobre o Parque São Lourenço, com 150 dpi de resolução, até o dia 16 de novembro de 2009, somando até 3MB o tamanho das 3 fotos no email.
As fotos deverão conter: Nome do Autor, Título, Data de Registro e Equipamento utilizado.
O envio de fotografias significará a concordância com o Regulamento do Concurso
JULGAMENTO:
Os trabalhos recebidos serão avaliados por Comissão Julgadora
formada por: participantes do Atelier Aberto, da Fundação Cultural
de Curitiba, do Clube de Criação de Curitiba, da AMA - Associação
dos Moradores e Amigos do São Lourenço e Fotógrafo de
Renome Internacional.
CLASSIFICAÇÃO:
Serão classificadas 15 fotos no total, sendo apenas uma por autor.
O anúncio da classificação será divulgado pelo
site do Atelier Aberto, e comunicado por e-mail aos classificados até
o dia 20 de novembro de 2009.
Aos classificados será entregue um Certificado de Participação
do Concurso e também aos 3 primeiros colocados, o Certificado de Premiação.
Para os trabalhos classificados e até o dia 28 de novembro:
1) Fazer cópia em papel fotográfico no tamanho 30cm x 40cm.
A loja da IBIZA da Rua Tibagi nº 712 - Centro, receberá a relação dos classificados, e terá um preço especial para a ampliação das fotos classificadas com 30% de desconto, bastando para isto se identificar no balcão.
2) Enviar via correio ou entregar a foto ampliada no seguinte endereço:
Atelier Aberto - 2º Concurso de Fotografias
Rua Cecília Meireles 656 - São Lourenço
82200-100 Curitiba - PR
Caso seja enviado via correio, será considerada a data da postagem da embalagem. (Lembramos a necessidade de proteger a foto, no caso de envio via correio. Não nos responsabilizamos pelo estado da foto recebida pelo correio).
Será comunicado, via e-mail, o recebimento das cópias das fotos classificadas.
PREMIAÇÃO:
Serão premiadas as 3 (três) melhores fotos dentre os classificados.
O anúncio da premiação será feito na abertura
do 29º Atelier Aberto - 2009, e os prêmios serão entregues
aos premiados, mediante identificação, às 15:00 horas
do dia 5 de dezembro de 2009 - sábado.
Obs: Premios não retirados até o dia 30/12/2009, perderão a validade.
EXPOSIÇÃO:
As fotos classificadas e as premiadas ficarão expostas durante o evento
Atelier Aberto - 2009, nos dias 4, 5 e 6 de dezembro de 2009.
DOAÇÃO:
Após o encerramento do evento, as fotos classificadas e premiadas serão
doadas ao Acervo Cultural do Centro de Criatividade de Curitiba, da Fundação
Cultural de Curitiba, com direito de uso da imagem exclusivamente para exposições
naquele local.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Flora: O conjunto das espécies vegetais de uma determinada localidade.
Fauna: O conjunto de animais próprios de uma região.
(Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa)
Dúvidas a respeito deste 2º Concurso de Fotografias do Atelier Aberto podem ser enviadas para o e-mail : sac@atelieraberto.com.br .
Comissão
Organizadora
Atelier Aberto 2009

Josi Silva
Tem se dedicado a criação de inovações em pastilhas de vidro, pintadas individualmente, na construção de peças de arte e decorativas.




Adriane Klingenfus
Descobriu a arte da cerâmica quando, em 1995 foi admitida como aprendiz (de feiticeira) no atelier de Maria Helena Saparolli, Priscila de Ferrrante e Marília Diaz, (alguém duvida que ceramistas sejam feiticeiros?!); desde então nunca mais abandonou o prazer de ter as mãos sujas de argila. Ocasionalmente durante estes anos, deu aulas de artes, história da arte, desenho geométrico e até cerâmica. Justificando assim a formação de arte-educadora. Os objetos que criou e que vem desenvolvendo incluem, além dos utilitários, uma linha de jogos, pequenas esculturas de cabeças e mosaicos.

Toni Razera
Mestre em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná em 2005. Atualmente é coordenador do curso de Design / Habilitação Projeto de Produto da Universidade Positivo. Seu trabalho está relacionado com a natureza, a proposta é trazer a público objetos naturais (folhas, sementes, conchas, galhos, raízes, etc.) construindo pequenas vitrinas em composição, recortes da natureza, na busca de sensibilizar o espectador para com as formas pouco comum e visíveis no dia a dia deste meio que nós cerca.



Andrea Horn
Além de cantora, ilustradora, design de acessórios, apresenta agora a nova técnica “mosaico de tinta”. Pintura sobre madeira
que lembra mosaicos.




2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS ATELIER ABERTO
Tema: Flora e Fauna no Parque São Lourenço
Regulamento (veja abaixo)
Para baixar o arquivo do REGULAMENTO, clique com o botão direito do mouse no comando "Salvar destino como...", indicando o caminho para o arquivo ser salvo.
Premiação
dos três primeiros colocados:
Dia 5 sábado - 15h00 durante o Atelier Aberto


OFICINAS DA HORA
Inscrições antecipadas : sac@atelieraberto.com.br
Sábado 5/12 - 15h30 - Pintura (Lina Iara) / 16h30 - Cerâmica (Márcio Medeiros e Ocléris Muzzillo)
Domingo 6/12 - 16h00 - Origami (Luciana Miyashiro) / 17h30 - Arte em Recorte de Papel (Malu Schleder)
(As oficinas somente acontecerão com mínimo de 10 alunos)
Obs: Taxa de material : R$ 5,00
Emerson Koslowski
Curitibano, iniciou seus estudos com o papel no Liceu de Artes do Parque São Lourenço.Com base no curso de encadernação, vem desenvolvendo objetos em papel.Cria formas e texturas com pinturas e o marmorizado.Composições com recortes e colagens.Teve aulas de serigrafia com Nelson Hohnann no Solar do Barão, onde começou a produzir gravuras e aliá-las aos objetos produzidos com através da encadernação.


José Oliva
Compositor, jornalista e publicitário, José Oliva desenvolve as Caixinhas de Atitude desde 1998. E o que há dentro das Caixinhas de Atitude? Textos de sua autoria para ler e refletir. E junto de cada texto, programado visualmente em formato de cartaz, por artistas plásticos e designers convidados, há objetos que estimulam o leitor a ter atitudes, ações iniciativas em relação ao que lê. As Caixinhas de Atitude, na verdade, contém o que ele diz ser o seu currículo: semear girassóis, soltar pipas, descobrir estrelas, colorir, reciclar, realizar mudanças, construir marcas, compor, cantar, buscar ser feliz.



Lina Iara Otto
Curitibana, formada na Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 1973.
Desenvolve desenhos, aquarelas e gravuras, participando ativamente de exposições individuais e coletivas.Em 1991, ilustrou o caderno cultural Bom Domingo do jornal Correio de Notícias, sendo convidada para o calendário da Rede Ferroviária Federal e para a campanha em Outdoor “Mais um expoente da Arte do Paraná” do Colégio Expoente. Desde 1989 orienta nas áreas de desenho e aquarela em seu atelier e desde 1995 na oficina do atelier Alfredo Andersen.


Priscila de Ferrante
Curitibana, com formação superior em Artes na Escola de Belas Artes (1974) e Comunicação Visual na UFPR. Fez parte do grupo de gravadores do Atelier Poty Lazarotto com Fernando Calderari e orientou o Atelier Infantil e o de Gravura do Centro de Criatividade. Montou seu atelier de cerâmica em 1982, onde (até hoje) desenvolve esculturas, utilitárias e trabalhos de produção plástica, tendo como tema constante a cultura paranaense.


Márcio Medeiros
Graduado em filosofia e em psicologia, com mestrado em educação-tese política cultural.Trabalhou em diversas instituições: Museu Alfredo Andersen em Curitiba, Instituto Nacional de Artes Plásticas e Centro de Documentação FUNARTE – RJ. Professor de graduação e pós-graduação em diversas instituições universitárias. Desenvolveu trabalhos em arte-educação e escultura em madeira. Estudou Cerâmica com Alice Yamamura em Curitiba com Sylvia Goyana no Rio de Janeiro.




Gioconda
Modas
Fernanda Collodel
Formada em Design Gráfico pela PUC em 2000. Trabalha com MDF, tinta relevo, material reciclável, massa de biscuit entre outros materiais na criação de quadros, oratórios, imagens de santos e demais badulaques. A característica de seus trabalhos está na utilização de cores fortes e alegres e na simpatia das caricaturas de seus personagens.
Grupo Tudo é Arte


Jeanine Campelli
Tradutora juramentada de italiano e adora uma chácara. Participante do Atelier Aberto desde de seus primórdios como agitadora cultural: “Ao pegar em seu microfone, ninguém fica parado”.

Malu Scheleder
Desenvolve trabalhos em silhuetas, usando a antiga técnica do recorte em papel negro feito a tesoura.
São histórias de vida e de fatos, ouvidas e recontadas através da técnica. Faz também paisagens.




Maria Dorothéa Barbosa
Nasceu no Caminho das Tropas, uma cidade histórica do interior do estado. Em criança ouvia dizer que tinha “pendores artísticos”. A pintura e o piano foram ensinados no colégio de freiras. Nos tempos de universidade e posteriormente, teve que esquecer esses dotes artísticos e, somente na eminência da aposentadoria voltou a pintar óleo com Celso Cópio e Lia Folch; com ela aprendeu a ver as flores. Aquarela, flores e folhas a encantam. Lina Iara lhe mostrou a arte em lápis, carvão, aquarela, acrílico, crayon e bico de pena. No Centro de Ilustração Botânica onde é sócia fundadora, aprendeu mais um pouco das belezas da natureza.


Malu Azevedo
Teve aulas de ilustração, desenho, gravura, aquarela, bico de pena, gravura com Heliana Grudzien, Denise Wendt, Ely Felber, Lina Iara, Carmen Carinni, Leony Diotalevi e Alberto Massuda.


Josiane Forbeci
Josiane fez sua primeira bolsa de couro em 1996, quando ainda cursava o primeiro ano de pintura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Deste trabalho feito apenas como exercício, surgiram interessados em adquirir bolsas parecidas com aquela. E foram surgindo tamanhos, cores e modelos diferentes, pois o objetivo também sempre foi à exclusividade. Depois do couro, vieram a lona encerada, os tecidos estampados, a juta, telas pintadas e recicladas, o plástico, aço e arames.

Rubinho Gaier
Biólogo especialista em Educação Ambiental, começou a fazer biojóias (jóias artesanais feitas a partir de materiais naturais) como um hobby, aliando seu conhecimento em meio ambiente e ecologia à criatividade, criando peças originais e exclusivas.



Erika Bolachas Confeitaria Alemã
A história de Erika Zeilinger, sócio fundadora, se mistura com a história da empresa. Fundada em 1979, a empresa surgiu da mais autêntica tradição alemã de fazer bolachas e bolos na época de Natal para presentear parentes e amigos e para a festa de Natal da família. As delicadas e saborosas bolachas, de açúcar, mel e amêndoas que aromatizavam o ambiente com cravo, canela, noz moscada, cardamomo ou anis, caíram no gosto dos amigos, que a incentivaram a fabricar as bolachas para a venda.

André Fort
Arquiteto e planejador urbano, observou ao longo de sua carreira na área pública, a interferência da evolução artificial da cidade no meio ambiente. Ao resgatar materiais perdidos na natureza, desenvolveu um conceito estético original. A fusão da pedra, do metal e do vidro, somados à madeira, criaram uma linguagem que respeita o uso da forma natural.




Graça Feix
Desde 2004 vem pintando a vida e enfeitando lares mundo à fora através de objetos em MDF, em técnica aprendida com a Artista Plástica Kamo. Nas artes manuais, elabora também colares e enfeites, procurando colorir e embelezar meninas e mulheres, inspirada por sua filha Duduca.



Junia Vizzotto
Artista Plastica por vocação, com estorias e invencionices num caminho de cura para o mau humor do mundo! "Aí a gente desenha, pinta, cola, gruda uma peça na outra e o mundo vai se tornando melhor!". O mundo tem que ser bem colorido... e ela quer muita cor! Entrou para a Faculdade de Artes em 1985. Desenhou moda, deu aulas, fez bonecos e várias oficinas e tantas outras ligadas à sua área. Até descobrir o papel maché em 1992. Veio para Curitiba há 7 anos, desde então, tem criado, desenhado e pintado bastante.





Diana Trevisan
Artista plástica pela UFPR em 87, com passagens em cursos de cinema, desenhos e pintura, viu na fotografia e seus recursos, a possibilidade de exercitar sua criatividade e estudos na produção de mandalas especiais a partir de elementos da natureza.


Ocléris Muzzillo
Artista Plástica e ceramista formada na Faculdade de Artes do Paraná, cursou as Escolas Waldorf em São Paulo, onde despertou seu interesse pela cerâmica. Em Curitiba desde 1987 frequentou o Museu Alfredo Andersen, o Centro de Criatividade de Curitiba e o Atelier de Escultura da Fundação Cultural de Curitiba. Em seu trabalho cerâmico aprecia formas arredondadas e assimétricas que se observa em seus objetos e jóias. Desenvolve uma linha de jóias e bijuterias em cerâmica, onde modela cada peça de adorno como pequenas esculturas.



Atelier de Azulejos
Ana Beatriz Passos e Sebastien Audoux
Nos anos 80 , em Paraty, participava de uma comunidade " alternativa",aprendendo "artes". Nos anos 90 ,em curitiba,com o prof. Paulo Bastos, estudou desenho e pintura por 7 anos. Se envolve com cerâmica com sua mestra Zélia Passos.
Em suas indas e vindas de Paraty, conhece Sebastien, que veio da França nos anos 90 para o atelier de azulejos de seus pais. Sebastien é formado em gravador em pedra e hoje com uma loja atelier em Curitiba eles criam de paíneis, números , placas etc...



Apoio Social
2009
Lar Moisés
Veja abaixo

Maria Elisabete ou COCA
Curitibana, geóloga, mas desde pequena se aventurou onde se respirasse artes manuais, desde pinturas em gesso, flores artificiais, pintura, bijuterias e coisas mais. Em 1998 nasceu “a Maricoca vai à roça”, grande sortimento de geléias e conservas. A Maricoca tinha uma barraca na Feira do Largo e por ali ficou quatro anos. Nesse tempo participou do 1° Atelier Aberto e também de mais alguns. A Maricoca foi pra roça e voltou reinventada como Babete Gourmet. Algumas guloseimas antigas, outras novas, mas produzidas com o mesmo primor.



APOIO SOCIAL NO ANO DE 2009
LAR MOISÉS
Surgiu a partir de 1981 e passou a ser uma Associação em 24 de novembro de 1994.
A idéia de formar essa entidade, veio de encontro à necessidade de abrigar os filhos de algumas moças, dependentes químicas, que necessitavam receber tratamento na casa de recuperação, e não tinham onde deixar as crianças.
A mãe Roseli abraçou essa causa e hoje é chamada carinhosamente de Rose pelas crianças.
Objetivo – amparar, assistir e educar a criança órfã, abandonada ou carente, confiada à entidade pelo Conselho Tutelar, ministrando-lhe assistência moral, material e espiritual, sem distinção de cor, raça ou religião.
Necessidades – roupas, alimentos, calçados , materiais de limpeza e higiene e serviços voluntários.
Rua da Trindade, 1686 – Cajuru
41 3226-1017
www.larmoises.com.br larmoises@gmail.com
Utilidade Pública Federal nº 764
Utilidade Pública Estadual nº 12.769
Utilidade Pública Municipal nº 9.062

EKO GLASS
Grupo Vidreiros de Curitiba
As peças da Ekoglass são produzidas utilizando-se fragmentos de vidro reciclado, provenientes de embalagens e descartes de vidraçarias, moldados e entremeados com materiais naturais como: fibras, sementes, madeira, cerâmica e porcelana, de conotação ecológica sustentável. Para compor seus produtos, o grupo “Vidreiros de Curitiba” realiza ampla pesquisa com objetivo de produzir peças conceituais com estilo contemporâneo, atendendo às tendências da moda. A principal técnica usada para a confeção das peças é o fusing.




29º ATELIER ABERTO 2009